Nativas

NATIVAS


O ecossistema, presente no Brasil, com seus diferentes solos, climas e relevos, proporcionam que ele seja a base da mais rica flora do mundo e sua conservação se faz necessária.  
Uma espécie nativa, não é necessariamente uma espécie que ocorre exclusivamente no ecossistema brasileiro. Tanto para fins alimentícios, cosméticos, medicinais ou para a ornamentação, as espécies brasileiras são utilizadas no mundo todo.
Com mais de 56.000 espécies de plantas, a flora brasileira de modo geral não produz muitas espécies de frutas que sejam agradáveis ao paladar humano, ou que resistam a um transporte para regiões mais distantes, fazendo com que essas espécies sejam conhecidas apenas em sua região de origem.


MANACÁ DA SERRA

Nome Científico: Tibouchina mutabilis
É uma árvore semi decídua nativa da mata atlântica. As folhas são verde-escuras e com nervuras longitudinais paralelas.
As flores apresentam-se solitárias e são grandes, vistosas e duráveis. Elas desabrocham com a cor branca e gradativamente vão tornando-se violáceas, passando pelo rosa. A floração ocorre no verão e a frutificação no outono.
Não apresenta raízes agressivas, seu crescimento é rápido e  encontra-se disponível também, uma variedade anã, podendo ser conduzida em vasos.

MANACÁ CHEIROSO

Nome Científico: Brunfelsia uniflora
É uma arvoreta extremamente perfumada, e suas flores mudam de cor: inicialmente elas são azul-arroxeadas e com o passar do tempo, vão clareando até tornarem-se brancas. A floração ocorre na primavera e verão.
Suas folhas são ovais e lisas. Pode ser considerada um arbusto, mas chega atingir 3 metros de altura. Sua utilização no paisagismo é muito ampla, podendo ser cultivada isolada ou em grupos, porém tendo cuidado ao escolher o local, devido ao forte perfume.

QUARESMEIRA

Nome Científico: Tibouchina granulosa
É uma árvore de porte geralmente pequeno a médio. As folhas são simples, elípticas e com nervuras longitudinais bem marcadas. A floração ocorre no outono e na primavera desabrochando flores simples, com estames longos e corola arroxeada ou róseas. Sua copa é de cor verde escura, com formato arredondado, e sua folhagem pode ser perene ou semi-decídua, dependendo da variação da espécie e do clima em que se encontra. Seus ramos são frágeis, e podem se quebrar com ventos fortes.

AROEIRA SALSA

Nome Científico: Schinus molle L.
É uma árvore de folhas perenes, compostas de folíolos bem finos. As flores são amareladas, bem pequenas, seguidas de frutinhos globosos, vermelhos.
Aprecia sol, mas não haverá problema de desenvolvimento se for plantada onde há sombra de outras árvores. É altamente tolerante à secas, resiste à geadas e apresenta boa capacidade de regeneração natural. Por ser uma árvore ornamental e de pequeno porte, é amplamente empregada no paisagismo em geral.

AROEIRA MANSA

Nome Científico: Schinus terebinthifolius
É uma árvore de porte médio, rústica, com caule um pouco tortuoso e casca escura e fissurada. As flores são pequenas, branco-esverdeadas e são muito atrativas para abelhas. Os frutos são pequenas drupas, esféricas, rosadas a avermelhadas, que servem como condimento e alimentam as aves silvestres. O florescimento ocorre na primavera e no outono.
É indicada para reflorestamento de áreas degradas por ser uma árvore pioneira.

PAU BRASIL

Nome Científico: Caesalpinia echinata
Árvore símbolo do Brasil, apresenta tronco de casca acinzentada e recoberta de grossos acúleos, que descama em placas irregulares deixando ver a casca interna de coloração avermelhada. De crescimento lento, pode atingir 30 metros de altura e 60 centímetros de diâmetro de tronco. 
As inflorescências ocorrem na primavera e são compostas de numerosas flores  amarelas com o centro vermelho.  
Atualmente é uma espécie ameaçada de extinção, que é dificilmente encontrada em seu habitat natural. 

IPÊ AMARELO

Nome Científico: Tabebuia serratifolia 
É uma árvore decídua, de floração exuberante, que apresenta tronco reto e casca fissurada. A copa é piramidal, com folhas compostas e de cor verde-azulada. A floração geralmente ocorre no final do inverno ou primavera, enquanto a árvore está completamente despida de suas folhas. As flores tem forma de trompete e são amarelas. É uma árvore de grande valor ornamental, tanto pelo seu florescimento vistoso, quanto pela sua forma elegante e copa azulada. 

IPÊ ROSA

Nome Científico: Tabebuia avellanedae
É uma árvore muito utilizada no plantio urbano, por sua florada exuberante e também pelo fato de não causar danos a calçada.
As flores são reunidas em inflorescências terminais, com coloração roxa/rosa. Os frutos são vagens que contêm sementes aladas, próprias para a dispersão pelo vento. Floresce durante os meses de agosto e setembro e produz, anualmente, grande quantidade de sementes. Entre Agosto e Outubro ocorre a queda das folhas, a floração e, após alguns dias, as folhas voltam a brotar. 

IPÊ BRANCO

Nome Científico: Tabebuia roseo-alba
É uma árvore de floração exuberante, que apresenta tronco reto e casca fissurada. A copa é piramidal, com folhas compostas e de cor verde-azulada. A floração geralmente ocorre entre os meses de agosto e outubro, enquanto a árvore está completamente despida de suas folhas. As flores tem forma de trompete e são brancas ou levemente rosadas.  Por ser caduca durante o inverno, é boa para produzir sombra no verão e permitir maior passagem da luz e calor do sol no inverno. 

IPÊ ROXO DA MATA

Nome Científico: Tabebuia heptaphylla

IPÊ ROXO DE BOLA

Nome Científico: Tabebuia impetiginosa

IPÊ AMARELO PAULISTA

Nome Científico: Tabebuia chrysotricha 

IPÊ AMARELO CASCUDO

Nome Científico: Tabebuia ochracea

IPÊ DA VÁRZEA

Nome Científico: Tabebuia umbellata

IPÊ AMARELO DO CERRADO

Nome Científico: Tabebuia caraiba

MULUNGO

Nome Científico: Erythrina speciosa
 É uma árvore com copa ampla, aberta e arredondada. Possui folhas compostas por três folíolos ovais ou triangulares, com pelos na superfície e aparência aveludada. Seu tamanho pode variar muito, mas são árvores de médio à grande porte. Seu tronco tem como destaque o fato de ser revestido por farta camada de cortiça e espinhos. Sua floração normalmente ocorre entre junho e setembro, quando fica completamente desprovida de folhas e surgem flores laranjas ou vermelhas. Quem se aproveita do néctar de suas flores são os beija-flores, periquitos, papagaios e outras aves.

JACARANDÁ

Nome Científico: Jacaranda cuspidifolia
É uma árvore de floração muito exuberante de porte médio. Seu caule é um pouco retorcido, com casca clara e lisa quando jovem, que gradativamente vai se tornando áspera e escura com a idade. Sua copa é arredondada a irregular, arejada e rala. Suas folhas são compostas de pequenos folíolos ovais, de coloração verde-clara acinzentada. No inverno, perde suas folhas, que dão lugar as flores na primavera. Suas flores são duráveis, perfumadas e grandes, de coloração azul ou arroxeada, em forma de trompete. A floração se estende por toda a primavera e início do verão. 

SUINÃ

Nome Científico: Erythrina falcata
 É uma árvore de caule rugoso, castanho e espinhento de porte médio, podendo chegar à 20 metros de altura. Possui flores vermelhas, um tanto peculiares, que lembram pimentas. Floresce no mês de junho, prolongando-se até novembro quando aparecem também as novas folhas. Suas folhas, geralmente agrupadas na extremidade de ramos-curtos, são de um verde intenso, simples, levemente ondulada nas bordas.

CEDRO

Nome Científico: Cedrela fissilis
É uma árvore decídua que ocorre preferencialmente em solos úmidos e profundos. Possui casca grossa rugosa em forma de fenda. Suas folhas são alternas, espiraladas e arredondados na bases, sendo que a face superior é lisa e a inferior é aveludada. Floresce entre os meses de agosto e setembro e o amadurecimento dos frutos ocorre com a árvore totalmente desfolhada, entre junho e agosto.
Os frutos são cápsulas deiscentes, com sementes monaladas.

ARARIBÁ

Nome Científico: Centrolobium tomentosum
É uma árvore de grande porte e copa pequena, chegando de 10 a 15 metros de altura. Possui flores em cachos na extremidade dos ramos, amarelas com pedúnculos marrom. Floresce de Janeiro a Fevereiro.  Seus frutos alados são dotados de espinhos e bastante grandes e duros.
Possui potencial paisagístico e pode ser empregada na arborização urbana.

JEQUITIBÁ

Nome Científico: Cariniana legalis
É considerada a maior árvore nativa do Brasil, porque pode atingir até 50 metros de altura e um tronco com diâmetro de até 7 metros.
Suas flores pequenas, que surgem de dezembro a fevereiro, são de cor creme ou vermelhas e tem um aroma adocicado.
Suas folhas apresentam tom avermelhado na primavera.
O fruto é um pixídio lenhoso, cuja abertura espontânea, em agosto-setembro, libera as pequenas sementes de dispersão eólia. 

INGÁ

Nome Científico: Inga edulis
É uma árvore de rápido crescimento e médio porte, atingindo de 6 a 10 metros. Pioneira e rústica, especialmente em ambientes úmidos, possui copa aberta e ramificada. 
Seu fruto é uma longa vagem que contém sementes envolvidas por uma polpa muitas vezes comestível e adocicada.  Floresce praticamente o ano todo, em cacho de flores com coloração branco-esverdeada, abundantes e perfumadas. Largamente utilizada como ornamental.

PAU FERRO

Nome Científico: Caesalpinia leiostachya
É uma árvore de copa arredondada e ampla. De porte imponente, seu tronco é claro, marmorizado, liso e descamante. As folhas são compostas com folíolos elípticos de cor verde-escura. A floração ocorre no verão e outono. As flores são amarelas, pequenas, e de importância ornamental secundária. Seu crescimento é rápido, principalmente nos primeiros anos. Em recuperação de áreas degradadas, o pau-ferro também é uma excelente escolha, por crescer bem em áreas abertas.

SIBIPIRUNA

Nome Científico: Caesalpinia peltophoroides
É uma árvore de rápido crescimento e florescimento ornamental. Espécie pioneira ou secundária inicial, tem porte alto e tronco cinzento que se torna escamoso com o tempo. Possui copa arredondada e ampla formada por folhas de folíolos elípticos e verdes. No inverno ocorre uma queda quase total das folhas, que voltam a brotar na primavera. A floração ocorre de setembro a novembro, com numerosas flores amarelas.
Apesar do porte grande e desenvolvimento rápido, ela é comportada e não produz raízes agressivas.

ABRICÓ DE MACACO

Nome Científico: Couroupita guianensis
É uma árvore muito ornamental, originária da floresta amazônica. Apresenta folhas simples de formato elíptico a lanceolado. As flores curiosamente surgem do tronco, em longas inflorescências que podem chegar a 3 metros de comprimento. As flores contêm seis pétalas carnosas, esverdeadas, alaranjadas ou vermelhas e longos estames brancos, amarelos ou róseos com anteras amarelas. Elas exalam um delicado aroma de rosas, e são atrativas para abelhas e mamangavas. A floração pode perdurar por todo o ano, mas é mais intensa na primavera e verão.

SAPUCAIA

Nome Científico: Lecythis pisonis
É uma árvore muito ornamental e frutífera, caracterizada pela copa densa que muda de cor e pelos frutos curiosos repletos de saborosas castanhas. Suas folhas são elípticas, verdes, com margens onduladas e serrilhadas. No inverno perde as folhas, que rebrotam na primavera, com sua cor rosa chocolate, concomitante à floração. As flores são delicadas, de cor branco-violáceas. A cor primaveril da folhagem nova e sua copa arredondada e densa, fornece sombra fresca no verão. Suas castanhas substituem com vantagens a castanha-do-pará in natura ou em receitas.

URUCUM

Nome Científico: Bixa orellana
É uma arvoreta muito rústica que pode ser conduzida como arbusto ou árvore. Suas folhas são em formato de coração, com a ponta afilada. As inflorescências são compostas de muitas flores brancas, levemente rosadas ou róseas. Os frutos são cápsulas globosas, de coloração marrom-avermelhada que encerram numerosas sementes pequenas e ricas em corante vermelho, conhecido como bixina. Floresce nos meses mais quentes do ano.
Seu corante tem larga utilização na indústria alimentar, farmacêutica, cosmética, de tintas e tecidos. 

CÁSSIA

Nome Científico: Cassia leptophylla
É uma árvore extremamente ornamental, principalmente durante seu longo período de florescimento. É decídua no inverno, pioneira e indiferente às condições físicas do solo. Suas folhas são compostas e pinadas, de um verde escuro e suas flores são de um amarelo intenso e aparecem em cachos vistosos, que contrastam com a folhagem. Floresce durante um longo período do ano (dezembro-abril). A maturação dos frutos (vagens) verifica-se nos meses de abril-junho, entretanto, permanecem abertas na planta por mais alguns meses.

JERIVÁ

Nome Científico: Syagrus romanzoffiana
É uma palmeira de estipe elegante e único, alcançando de 8 a 15 metros de altura. As folhas são longas, com 2 a 4 metros de comprimento, arqueadas, pendentes e com numerosos folíolos. As inflorescências surgem o ano todo, em cacho pendente, grande, com pequenas flores de cor amarelo creme. O fruto é do tipo drupa, de cor amarela ou alaranjada, com polpa fibrosa, suculenta e doce, de sabor amendoado. Tanto os frutos, como as sementes dos jerivás são comestíveis, sendo muito atrativos para a fauna silvestre. Também produz palmito.

UVAIEIRA

Nome Científico: Eugenia pyriformis
É uma arvoreta nativa brasileira, alcança de 4 a 10 metros de altura, pode ter caule único e retilíneo ou ramificar desde à base. Apresenta folhas pequenas e aromáticas e floresce na primavera. O fruto é uma drupa globosa, carnosa, suculenta, de casca e polpa amarela a alaranjada. Eles amadurecem no verão e são avidamente consumidos por passarinhos. Ricos em vitamina C e podem ser consumidos in natura.

CAMBUCI

Nome Científico: Campomanesia phaea
É uma árvore nativa da Mata Atlântica, com copa piramidal, tronco descamante com 20 a 30 cm de diâmetro. Possui folhas simples e lisas, e flores axilares pedunculadas e solitárias. O fruto é uma baga lisa, achatada, de cor verde mesmo quando maduro, com polpa carnosa doce-acidulada e têm um perfume intenso, adocicado. O cambuci é caracterizado pela sua riqueza em vitamina C.
Tem altos teores de lipídios, carboidratos e proteínas, além de grande quantidade de ácido ascórbico.

ARAÇÁ

Nome Científico: Psidium cattleyanum
É uma árvore de copa esparsa, muitas vezes com porte arbustivo. Seu tronco é tortuoso e de casca lisa, escamosa, na cor cinza a marrom avermelhada. As flores são solitárias e brancas e florescem de junho a dezembro.
A frutificação ocorre durante a primavera e verão. Os frutos são do tipo baga, pequenos, globosos, de casca vermelha ou amarela, com polpa de cor creme a esbranquiçada, suculenta, doce e ácida, de sabor e aspecto semelhantes à goiaba, e com numerosas sementes. 

GRUMIXAMEIRA

Nome Científico: Eugenia brasiliensis
É uma árvore nativa brasileira, de crescimento rápido porém, porte pequeno, atingindo de 3 a 6 metros, com copa cônica ou piramidal, compacta e de folhagem perene. Seu tronco é curto e cilíndrico, com casca verde acinzentada. Frutifica nos meses de outubro a dezembro. Seus frutos são pequenas bagas esféricas roxas-escuras, com polpa aquosa levemente ácida, normalmente consumida in natura e atraem a avifauna.

PÊSSEGO DO MATO

Nome científico: Hexachlamys edulis
É uma árvore nativa da Mata Atlântica, de pequeno porte atingindo no máximo 6 metros. Possui tronco ereto, com ramificações tortuosas e casca acinzentada. Suas folhas são simples, com pêlos curtos nas nervuras, aromáticas e com pontos translúcidos. Floresce a partir de agosto, quando perde toda a sua folhagem e aparecem pequenas flores brancas, numerosas, com odor agradável. Muito apreciado pelas aves, seu fruto é uma baga globosa, de 3 cm ou mais, amarelado, com uma semente grande castanho clara. 

JABUTICABEIRA

Nome científico: Myrciaria cauliflora
É uma árvore nativa da Mata Atlântica, de crescimento lento, com tronco bastante ramificado e de casca lisa, que se renova anualmente após a frutificação. Na primavera surgem do tronco numerosas flores brancas, que cobrem quase toda sua extensão. Após a polinização, as flores gradativamente vão sendo substituídas por pequenos frutos verdes, esféricos, que tornam-se vermelhos e depois negros, quando completamente amadurecidos.

PITANGUEIRA

Nome científico: Eugenia uniflora 
É uma árvore nativa brasileira, medianamente rústica, de porte pequeno a médio, com 2 a 4 metros de altura, mas podendo chegar acima de 6 metros. A copa arredondada é dotada de folhagem perene, verde-escuras. As flores são brancas e pequenas. Seu fruto, tem a forma de bolinhas globosas e carnosas, de cor vermelha, laranja, amarela ou preta.
A pitanga é consumida geralmente ao natural e é muito nutritiva, sendo rica em vitaminas e minerais.

PALMITO JUSSARA

Nome Científico: Euterpe edulis
É uma espécie encontrada em florestas pluviais atlântica, gosta de clima quente e úmido. 
Seu maior interesse está na exploração do palmito. 
Mede de 10 a 15 metros de altura, com estirpe de 10 a 20 cm de diâmetro, regularmente anelado. Floresce nos meses de setembro a dezembro e seus frutos amadurecem de abril a agosto.

CANAFÍSTULA

Nome Científico: Senna spectabilis
É uma árvore com florescimento decorativo e muito utilizada na arborização urbana. Seu porte é grande, alcançando de 15 a 25 metros de altura, com copa ampla e globosa. O tronco possui casca fina quando jovem, que engrossa e se torna escamosa com o passar do tempo. As inflorescências surgem no verão. Elas são grandes, terminais e do tipo espiga, carregadas de botões dourados que se abrem em flores amarelas da base em direção ao ápice. 

DIADEMA

Nome Científico: Stifftia crysantha
É uma arvoreta de pequeno porte e troncos múltiplos. Suas folhas são simples e bem verdes e suas flores, característica, lembram pompons em tons de amarelo e laranja. Aprecia solo úmido e possui desenvolvimento lento. Floresce quase o ano inteiro, porém com maior intensidade durante os meses de julho a setembro.

PAU FORMIGA

Nome Científico: Triplaris brasiliana
É uma árvore tropical majestosa, de rápido crescimento, que impressiona por seu porte e florada exuberantes. Sua copa tem formato colunar a piramidal, com tronco retilíneo, elegante e oco, abrigando formigas em seu interior, numa interessante relação de simbiose. A folhas são grandes e simples. A floração ocorre no inverno e início da primavera e é bastante durável. 
 Apesar do tamanho avantajado, não apresenta raízes superficiais agressivas, podendo ser plantado em calçadas livres de rede elétrica. 

GOIABEIRA

Nome Científico: Psidium guajava
 É uma árvore de pequeno porte, tipicamente tropical que apresenta tronco tortuoso, com casca lisa que, quando envelhece, se desprende em finas lâminas de cor castanha. Suas folhas são elípticas, de coloração verde clara com nervuras bem marcadas. As flores são brancas e ocorrem na primavera. Os frutos são do tipo baga, de casca fina, lisa e verde, que torna-se amarela quando bem amadurecida. A polpa é delicada, doce e perfumada, e pode ser vermelha ou branca, de acordo com variedade.

CEREJEIRA DO RIO GRANDE

Nome Científico: Eugenia involucrata
É uma árvore frutífera e ornamental, com copa colunar e de porte pequeno a médio, alcançando de 5 a 15 metros de altura. O tronco é reto, liso e descamante, com belas tonalidades de cinza, castanho, verde ou vermelho, dependendo da fase da casca. As folhas são simples, brilhantes e aromáticas.
Os frutos são bagas de casca fina, cor vermelha a negra quando maduras, coroados pelo cálice persistente. Floresce e frutifica na primavera.

EMBAÚBA

Nome Científico: Cecropia pachystachya
É uma árvore de porte médio muito encontrada na Mata Atlântica. Possui caule reto e ramificação apenas na porção superior. As folhas são grandes, muito lobadas, verde-claras na parte superior e verde-prateadas na inferior. As flores, que aparecem normalmente em setembro, são pequenas e os frutinhos que ali se desenvolvem são utilizados como alimento para vários animais.
Aprecia solo úmido e seu tronco oco, pode abrigar parasitas, como formiga.

GUAPURUVU

Nome Científico: Schizolobium parahyba
É uma árvore característica da Mata Atlântica que apresenta rápido desenvolvimento, atingindo cerca de 10 a 20 metros de altura.
Seu tronco é liso, com casca de cor cinzenta, marcada por manchas transversais deixadas pelas cicatrizes das folhas que caem. A copa densa, com galhos regulares, forma uma abóboda perfeita. Suas folhas bipinadas alcançam até um metro de comprimento e são subdivididas em numerosos folíolos. Durante os meses de inverno todas as folhas caem, rebrotando após a floração, que acontece entre os meses de setembro e novembro com vistosas flores amarelas.

GENEÚNA

Nome Científico: Cassia grandis
É uma árvore decídua e florífera, de porte médio, rápido crescimento e rusticidade. Seu tronco é tortuoso e curto, podendo ser único ou múltiplo. A casca é de cor marrom, fissurada e com textura áspera, apresentando pouca descamação.
A copa é ampla com uma distribuição irregular dos ramos. As folhas são compostas de folíolos que caem em sua maioria no período seco ou inverno. A floração ocorre entre Agosto e Novembro, com a árvore ainda quase que totalmente despida de folhas. As flores róseas-amareladas e o fruto que se segue é uma vagem grande contendo numerosas sementes.

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